Política de privacidade não deve ser texto genérico copiado de outro site. Ela precisa explicar, de forma transparente, aspectos relevantes do tratamento realizado pela clínica e estar coerente com sistemas, fornecedores e práticas internas.
Publicar uma política que não corresponde à realidade pode aumentar, e não reduzir, a inconsistência.
Quem é o responsável pelo tratamento?
A política deve identificar adequadamente a organização e canais pertinentes conforme a LGPD e regulamentação aplicável.
Quais dados são tratados?
Categorias devem refletir atendimento, cadastro, comunicação, faturamento, site e demais operações relevantes.
Para quais finalidades?
Finalidades precisam ser compreensíveis e específicas o suficiente para gerar transparência.
É preciso listar bases legais?
A forma de apresentação deve ser juridicamente adequada e coerente com o mapeamento interno.
Compartilhamentos devem aparecer?
A política deve explicar categorias ou situações relevantes de compartilhamento de maneira transparente.
Veja compartilhamento de dados.
Como tratar direitos dos titulares?
Canais e procedimentos para solicitações precisam existir na prática, não apenas no documento.
Política do site é toda a adequação?
Não. Ela é uma peça externa de transparência. Segurança, contratos, acessos e governança continuam necessários.
Veja adequação à LGPD.
Perguntas frequentes
Posso copiar política de outra clínica?
Não é recomendável, porque operações e fornecedores diferem.
Precisa colocar nome de todo fornecedor?
A forma de transparência deve ser definida conforme o caso e normas aplicáveis.
Política precisa ser assinada pelo paciente?
Não necessariamente; política de privacidade e termos/consentimentos têm funções distintas.
Deve ser atualizada?
Sim, quando mudanças relevantes alterarem o tratamento.
Transparência precisa corresponder à realidade
O documento é resultado do mapeamento, não substituto dele.
Veja LGPD para clínicas, adequação à LGPD e clínica controladora ou operadora.
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