Entrega de prontuário
Definição de quem pode solicitar, como identificar o requerente e como registrar a entrega.
Assessoria jurídica para organização de prontuários, acesso a dados de saúde, sigilo profissional, compartilhamento de informações, adequação à LGPD e resposta a incidentes envolvendo dados sensíveis.
Dados de saúde são informações sensíveis e exigem cuidado especial. Médicos e clínicas precisam conciliar dever de registro, acesso do paciente, sigilo profissional, compartilhamento necessário e segurança da informação.
Problemas também surgem em rotinas simples: envio de documentos pelo canal errado, acessos internos excessivos, ex-funcionários ainda conectados a sistemas, prontuários incompletos ou pedidos de terceiros tratados sem critério.
A segurança jurídica depende de procedimentos claros e coerentes com a rotina assistencial e administrativa.
Definição de quem pode solicitar, como identificar o requerente e como registrar a entrega.
Proteção das informações clínicas diante de familiares, empresas, parceiros e terceiros.
Controle sobre quem pode visualizar prontuários e quais permissões são realmente necessárias.
Cuidados com envio de exames, documentos, orientações e informações clínicas.
Responsabilidades contratuais, segurança, armazenamento e continuidade de acesso.
Resposta organizada quando dados são expostos, acessados indevidamente ou enviados ao destinatário errado.
O trabalho jurídico transforma regras abstratas em procedimentos executáveis pela equipe.
Identificação de onde os dados entram, quem acessa, onde ficam e com quem são compartilhados.
Revisão de prontuários, permissões, canais de comunicação, sistemas e rotinas.
Políticas, contratos, termos e adequações específicas para a operação.
Organização jurídica e documental quando ocorre acesso indevido, perda ou exposição de dados.

OAB/PR 77.032
Advogado formado em 1995, com pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho e especialização em Direito Médico e da Saúde.
Desde 2012, dedica parte relevante de sua atuação à assessoria jurídica de médicos e clínicas, incluindo prontuário, sigilo, proteção de dados, contratos, responsabilidade civil e prevenção de riscos.
O paciente possui direito de acesso às informações do próprio atendimento. A clínica deve possuir procedimento seguro para identificar o requerente, registrar o pedido e formalizar a entrega.
O uso de canais digitais exige cautela quanto à identificação do destinatário, necessidade do envio, segurança do canal e registro da comunicação.
O acesso deve estar relacionado à necessidade funcional e assistencial, com permissões compatíveis com a atividade exercida.
É importante identificar o incidente, conter o risco, preservar evidências, avaliar os dados envolvidos e definir as medidas jurídicas e operacionais cabíveis.
Envie seus procedimentos, políticas ou contratos para análise jurídica e identificação dos principais riscos relacionados a prontuário, sigilo e LGPD.