Citação e prazo
Leitura da petição inicial, pedidos formulados e organização imediata da resposta processual.
Atuação jurídica para médicos que já receberam citação, petição inicial ou demanda indenizatória relacionada a alegado erro médico, dano ao paciente, falha de informação ou resultado adverso.
Em uma ação indenizatória, não basta discutir genericamente se houve ou não ‘erro médico’. É necessário responder aos fatos narrados na petição inicial, examinar o prontuário, delimitar a conduta atribuída ao médico e confrontar o dano alegado com a prova disponível.
A estratégia deve considerar contestação, documentos, eventual chamamento de outros envolvidos quando juridicamente cabível, produção de prova técnica e preparação para a perícia.
Cada situação demanda análise própria, especialmente quanto à obrigação de meio, informação ao paciente e documentação clínica.
Leitura da petição inicial, pedidos formulados e organização imediata da resposta processual.
Construção da defesa factual e jurídica, impugnação das alegações e apresentação dos documentos relevantes.
Análise da relação entre a conduta médica atribuída e o dano efetivamente alegado.
Preparação de quesitos, documentação técnica e acompanhamento da prova pericial.
Exame dos pedidos de dano material, moral, estético, lucros cessantes ou perda de chance.
Uso estratégico de prontuário, consentimento, exames, orientações e registros de comunicação.
A análise jurídica deve dialogar com a realidade clínica e com a documentação do caso.
Identificação da acusação, dano alegado, cronologia e principais pontos de controvérsia.
Prontuário, exames, prescrições, termos, mensagens e demais elementos do atendimento.
Separação entre risco inerente, complicação, ausência de nexo causal e eventual falha atribuída.
Atuação extrajudicial ou judicial, produção de prova e acompanhamento dos atos processuais.

OAB/PR 77.032
Advogado formado em 1995, com pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho e especialização em Direito Médico e da Saúde.
Desde 2012, dedica parte relevante de sua atuação à defesa jurídica de profissionais médicos, incluindo processos ético-profissionais, responsabilidade civil, prontuário, sigilo, contratos e prevenção de riscos.
Não. O resultado adverso, por si só, não significa automaticamente falha profissional. É necessário analisar a conduta adotada, os riscos do procedimento, a informação prestada e a existência de nexo causal.
Sim. Um prontuário completo e coerente pode ser essencial para demonstrar a cronologia do atendimento, as decisões clínicas, as orientações prestadas e a evolução do paciente.
Antes de qualquer resposta formal, é recomendável analisar o conteúdo da reclamação e os documentos para evitar manifestações que possam ser interpretadas fora de contexto.
Sim. A análise documental e grande parte da orientação estratégica podem ser realizadas digitalmente, sem prejuízo de encontros presenciais quando necessários.
Envie a petição inicial, a citação e os documentos clínicos principais para análise da estratégia de defesa e dos próximos atos processuais.