WhatsApp é usado para agendamento e comunicação, mas pode concentrar dados de saúde em aparelhos pessoais, grupos e históricos sem governança. O problema não é apenas a ferramenta: é como a clínica organiza finalidade, acesso, retenção e segurança.
Para que o WhatsApp é usado?
Agendamento, lembretes, envio de documentos e comunicação interna possuem riscos diferentes. A clínica deve delimitar usos permitidos.
Número pessoal ou institucional?
Contas institucionais facilitam continuidade, controle de acesso e desligamento de colaboradores.
Pode enviar exames?
É necessário verificar destinatário, necessidade e segurança. Informações sensíveis não devem ser enviadas automaticamente sem controles.
Grupos de equipe são seguros?
Grupos podem ampliar exposição. Participantes, finalidade e tipo de informação precisam ser limitados.
Como tratar celulares perdidos?
Bloqueio de dispositivo, autenticação e capacidade de revogar acesso devem integrar a política de segurança.
E quando o funcionário sai?
Acesso a conta e grupos deve ser removido imediatamente. Veja ex-funcionário e acesso.
Perguntas frequentes
WhatsApp é proibido pela LGPD?
Não. O uso precisa ser juridicamente e tecnicamente adequado.
Precisa pedir consentimento para toda mensagem?
Não necessariamente; a base depende da finalidade.
Pode enviar propaganda a pacientes?
Marketing exige análise própria de base, transparência e normas profissionais.
Pode usar WhatsApp Web em vários computadores?
Pode, desde que acessos e dispositivos sejam controlados.
Conveniência precisa de governança
Ferramenta popular não significa risco baixo.
Veja LGPD para clínicas, dados de saúde e controle de acesso.
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